O Repórter

Capital do Congo se blinda para visita do papa Francisco

Líder católico chegará a Kinshasa no dia 31 de janeiro

Por Agência Ansa
23 de janeiro de 2023 às 10:15
Atualizada em 23 de janeiro de 2023 às 10:17
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EPA
Visita do Papa à RDC terá a segurança reforçada.
Visita do Papa à RDC terá a segurança reforçada.

CIDADE DO VATICANO - A parte norte da cidade de Kinshasa, capital da República Democrática do Congo (RDC), será declarada "jurisdição pontifícia" durante a passagem do papa Francisco pela localidade, informa a mídia local nesta segunda-feira (23).

Com isso, só poderão circular nessa área entre 31 de janeiro e a manhã do dia 3 de fevereiro, quando o líder católico deixará o país para ir ao Sudão do Sul, as pessoas que tiveram uma "autorização especial". A restrição de locomoção valerá tanto para veículos como para pedestres.

A área de jurisdição compreenderá o Palácio da Nação, o Banco Central, o centro interdiocesano, a Nunciatura e alguns hotéis. O tráfego automotivo será totalmente reorganizado para evitar problemas.

A visita do Papa à RDC está sendo cercada de cuidados em segurança. Recentemente, em uma entrevista à revista espanhola "Mundo Negro", o pontífice informou que uma das etapas da viagem que ocorreria em Goma foi adiada por conta da presença da "guerrilha".

Segundo o chefe da Igreja Católica, o temor não é com a integridade dele em si, mas com o risco de grupos criminosos lançarem bombas em locais de grande concentração de fiéis e matarem "um monte de pessoas".

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